quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Conferência Nacional de Vigilância em Saúde começa no dia 27 de fevereiro

A Vigilância em Saúde é um braço importante do Sistema Único de Saúde (SUS) que garante o direito constitucional dos brasileiros à saúde. Com as ações da área, é possível obter informações e intervir para reduzir riscos de doenças e promover a qualidade de vida.
É justamente para fortalecê-la que o Conselho Nacional de Saúde (CNS) promove, de 27 de fevereiro a 2 de março, a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS), cujo objetivo é propor uma Política Nacional de Vigilância em Saúde. Esse documento vai contribuir com um modelo de atenção à saúde voltado para a redução do risco da doença e de outros agravos, onde a promoção, proteção e prevenção têm a mesma importância da recuperação e a assistência.

A Vigilância em Saúde é um setor estratégico, que deveria influenciar todas as políticas destinadas à saúde pública. Entretanto, opera muitas vezes apenas quando necessário. Conheça cada uma das seis áreas em que a Vigilância em Saúde está subdividiada e saiba porque é essencial defender seu papel central no âmbito do SUS:

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

CEREST de Rondônia divulga ações realizadas

Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena começaram 2018 revendo ações conjuntas e compromissos com a saúde do trabalhador em Rondônia. O apoio técnico e científico e constantes visitas técnicas levam o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) ao foco dos problemas.
Segundo o relatório de gestão referente a 2017, acidentes e doenças até então “invisíveis” nesses e noutros municípios resultam em custos sociais elevados para famílias, empresa, estado e sociedade.
A brucelose humana, por exemplo, já é considerada “endemia emergente” em Rondônia, conforme alerta feito pelo médico Heinz Jacob.
A coleta de 120 amostras de trabalhadores em um frigorífico de Rolim de Moura (Zona da Mata) foi encaminhada para análise no Laboratório Central. O Cerest ofereceu plano de tratamento.
Conhecida também por “mal de Bang”, “febre de malta”, “febre de Gibraltar”, “febre mediterrânea” ou “aborto infeccioso”, ela é uma zoonose bacteriana causada pela Brucella, um cocobacilo encontrado em cabras, ovelhas, camelos (Brucella melitensis) e bovinos (Brucella abortus), em suínos (Brucella suis) e cães (Brucella canis).

Trabalhador morre afogado após tentar acionar motor de máquina de mineradora

O corpo de um funcionário de um porto de areia foi encontrado em um lago no quilômetro 186 da Rodovia Castello Branco, próximo ao município de Bofete (SP) na segunda-feira (19).
Segundo informações da Polícia Civil, Pedro Santos Bispo foi acionar o motor de uma das máquinas usadas pela empresa que fica às margens do lago quando caiu na água e acabou se afogando.
Outro funcionário que estava no local acionou o resgate. Pedro já foi encontrado morto no fundo do lago, segundo o Corpo de Bombeiros.
O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Botucatu (SP). O laudo que apontará as causas da morte deve ficar pronto em, aproximadamente, 10 dias.
O corpo do trabalhador foi velado na Funerária São José, em Bofete, e enterrado nesta terça-feira (20).

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Trabalhador morre e outro tem as pernas amputadas em queda de elevador no Rio

Uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida depois que um elevador caiu, no Catete, na Zona sul do Rio. O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira (15), na Rua Silveira Martins. De acordo com os bombeiros, o elevador despencou do 11º andar.
Na queda, Elyson Silva, de 28 anos, morreu na hora e Antônio Cícero da Silva foi socorrido e levado para o hospital, mas teve as duas pernas amputadas.
Segundo moradores, os dois homens eram funcionários de uma empresa de reparo. Eles faziam a manutenção no elevador, que estava parado havia seis meses.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Cerest de Campina Grande (PB) lança "Projeto Abril Verde e Amarelo"

Idealizado pela coordenação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Campina Grande e Região (Cerest), a edição 2018 do Abril Verde trará uma inovação em sua programação. Trata-se do “Projeto Abril Verde e Amarelo”.
Conforme explicou a coordenadora do Cerest-CG, Anna Karla Souto Maior, o Projeto visa, em parceria com a Superintendência de Trânsito e Transportes (STTP), fortalecer ainda mais as ações desenvolvidas anualmente pelos dois órgãos campinenses.
“Há mais de seis meses temos pensado nessa ideia, por entendermos que as estatísticas mostram um aumento considerável de acidentes de trajeto envolvendo trabalhadores. Conversamos com o superintendente da STTP, Félix Araújo e ele prontamente abraçou a causa e de lá para cá, temos nos reunido e conversado sobre o assunto com o objetivo de nos unirmos e fortalecermos ainda mais as Campanhas do Abril Verde e do Maio Amarelo”, destacou Anna Karla Souto.

Quase 3 mil pessoas são afastadas do trabalho por doenças ocupacionais em AL em 1017

Quase três mil pessoas foram afetados por doenças ocupacionais no ano passado em Alagoas. Aquelas em que o trabalhador fica exposto a agentes nocivos para a sua saúde, sem que aja proteção necessária. Os dados são do Centro Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).
O sonho de ser professora se transformou em pesadelo para uma professora. Ela se capacitou e ensinou por cerca de 30 anos, mas há seis anos, a professora sentiu dores nos cotovelos e nos ombros.
“Fiz vários exames de ressonância e constatou várias inflamações nos ombros, braço, cotovelo e punhos. Depois descobri que tenho síndrome do pânico, depressão. Não quero mais sair de casa, só tenho vontade de chorar”, diz emocionada.
De acordo com a assessora técnica do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), Maria do Socorro Marques Luz, o grau de exposição foi acima do tolerável por lei, em períodos longos, médios ou curtos e que as doenças ocupacionais podem demorar anos para se manifestarem, mas, quando o fazem, a situação já está crítica.
“Alagoas tem muitos casos de perda auditiva, violência, acidente de trabalho e um dado que chama atenção, que são os de distúrbios da voz. Então a prevenção é a melhor saída para evitar que o trabalhador adoeça”, diz.

Acordo entre sindicato e entidades carnavalescas na Bahia

Um acordo mediado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), na Bahia, definiu que o valor mínimo de pagamento aos cordeiros no carnaval deste ano será de R$ 51. A diária mínima foi acordada entre o Sindicato dos Cordeiros e as entidades carnavalescas.
Os profissionais sustentam as cordas que separam o público pagante do folião pipoca nos blocos.
De modo a garantir as condições mínimas de trabalho, além do pagamento mínimo estabelecido, os grupos organizadores do carnaval também assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT e a Superintendência Regional do Trabalho da Bahia (SRT-BA).
A informação foi divulgada pelo MPT nesta segunda-feira (29). O TAC tem validade indeterminada e contempla itens que preservam as condições de trabalho, por meio da formalização do contrato e o fornecimento de equipamentos de proteção.